Gestão do Consultório

Consultório compartilhado: aluguel por período ou pay-per-use?

Entenda as diferenças entre os dois modelos e descubra qual se encaixa melhor na sua rotina de atendimento.

Foto da sala multidisciplinar da unidade Botafogo

O que é um consultório compartilhado?

Consultório compartilhado é um modelo em que profissionais de saúde revezam o uso das mesmas salas de atendimento, sem precisar montar ou manter uma estrutura própria. Também chamado de coworking médico, é uma alternativa cada vez mais comum ao consultório próprio tradicional.

Existem duas formas principais de contratar esse espaço: por período fixo, no modelo de aluguel tradicional, ou por uso, no modelo pay-per-use, cobrado por minuto. A escolha certa depende de como funciona a sua rotina de atendimento, e é isso que vamos comparar a seguir.

Em espaços como os da Livance, você encontra estrutura completa e área de recepção pronta para seus pacientes, sem precisar lidar com trabalho administrativo de manter o espaço.

Na prática, isso significa entrar num consultório pronto para atender, com a mesma qualidade de ambiente e recepção de um espaço próprio, mas sem o trabalho de montar e manter essa estrutura sozinho. A diferença entre os dois modelos de contratação não está na qualidade do atendimento, que é a mesma nos dois casos, e sim em como você paga pelo uso da sala e em quanto de flexibilidade isso te dá no dia a dia.

Consultórios por período

Alugar um consultório por período fixo significa reservar a mesma sala, no mesmo horário, todas as semanas. Por exemplo, toda quinta-feira à tarde. Você paga um valor mensal fixo por esse horário, esteja ele completamente preenchido ou não.

O custo por consulta cai quanto mais o horário reservado é aproveitado, mas a agenda fica travada dentro do período contratado, e o valor é cobrado mesmo em semanas de férias, congresso ou agenda mais tranquila.

Consultórios pay-per-use

No modelo pay-per-use, ou pague por minuto, você paga só pelo tempo que efetivamente usa a sala. Não há reserva fixa de horário: a cobrança soma os minutos usados ao final do mês, no volume que você realmente atender.

Esse modelo funciona bem em qualquer estágio da carreira, tanto para quem já tem agenda cheia e estável, quanto para quem ainda está construindo a carteira de pacientes. Se você atende o dia inteiro, paga pelo dia inteiro; se atende só duas consultas numa tarde, paga só por elas.

Se você já tem consultório próprio e está em dúvida se vale a pena migrar, veja também coworking médico como opção mesmo para quem já tem consultório estabelecido.

Aluguel por período x pay-per-use: comparação direta

Se você não sabe qual modelo se encaixa melhor na sua rotina hoje, vale lembrar que o pay-per-use atende bem tanto quem já tem agenda cheia quanto quem ainda está construindo a carteira de pacientes. A diferença está em como você prefere que o custo se comporte, não no tamanho da sua agenda.

Como escolher entre os dois modelos

Antes de decidir, vale se perguntar:

  • Prefiro um valor fixo por horário reservado, ou um valor que acompanha exatamente o quanto eu atendo? A primeira opção é o aluguel por período; a segunda, o pay-per-use.
  • Quantos dias por semana eu realmente atendo? Se são só um ou dois turnos, pagar por um período fixo pode sair mais caro do que pagar só pelos minutos usados.
  • Eu atendo em mais de um lugar ou horário? Quem circula entre unidades ou testa horários diferentes se beneficia da flexibilidade do pay-per-use.
  • Prefiro previsibilidade de custo ou liberdade de agenda? Não existe resposta certa. Depende do que pesa mais para sua rotina agora.

Você também não precisa escolher para sempre. É possível migrar de um modelo para o outro, nas duas direções, conforme sua rotina muda.

Como migrar para um consultório compartilhado

Depois de decidir qual modelo faz mais sentido, o processo de migração costuma seguir alguns passos simples:

  1. Escolha a unidade mais próxima da região onde você quer atender ou expandir sua carteira de pacientes.
  2. Defina o modelo de cobrança, entre aluguel por período ou pay-per-use, com base na sua agenda atual.
  3. Monte sua agenda pela plataforma de gestão, que já integra site de agendamento e telefone exclusivo.
  4. Comece a atender, sem precisar negociar contrato de aluguel comercial nem comprar mobiliário.

Esse processo reduz o tempo entre a decisão de migrar e o primeiro atendimento no novo espaço, que costuma ser um dos maiores entraves de quem pensa em sair do consultório próprio tradicional.

Mais vantagens do consultório compartilhado

Além da flexibilidade de agenda e custo, um coworking médico como o da Livance também oferece:

  • Espaços para estudar, pesquisar ou descansar entre atendimentos;
  • Convivência com outros profissionais de saúde, para trocar experiências e ampliar sua rede de contatos;
  • Atendimento personalizado aos seus pacientes, com telefone exclusivo e site próprio para agendamento;
  • Nenhum investimento inicial em reforma, decoração ou equipamentos de estrutura;
  • Sem contrato de aluguel comercial longo, que prende você a um espaço por anos.

Quer conhecer mais vantagens práticas desse modelo? Veja os 12 benefícios de estar em um coworking médico.

Consultório compartilhado por especialidade

O tipo de sala usado varia conforme a especialidade. Na Livance, por exemplo, existem salas multidisciplinares (Multi) para a maioria dos atendimentos, salas específicas para ginecologia e obstetrícia (GO), para psicologia (Psico), para teleconsulta e salas flex (com a possibilidade de atendimento com e sem mesa) nas unidades mais novas.

  • Médicos generalistas e de outras especialidades costumam usar as salas multidisciplinares, e se beneficiam de atender em mais de uma unidade para ampliar a área de captação de pacientes.
  • Psicólogos são hoje um dos grupos que mais atendem em espaços compartilhados, tanto no modelo por período quanto no pay-per-use, dependendo de como cada profissional organiza a própria agenda.
  • Nutricionistas costumam variar entre consultas iniciais mais longas e retornos mais curtos, o que faz o pay-per-use ser vantajoso para não pagar por tempo ocioso.

Independente da especialidade, a estrutura do consultório (ambiente, área de recepção, suporte) continua a mesma. Muda só o jeito como você paga pelo uso da sala.

Consultório compartilhado x consultório próprio tradicional

Aluguel por período e pay-per-use são duas variações dentro de um mesmo modelo: o consultório compartilhado. Antes de escolher entre os dois, muitos profissionais se fazem uma pergunta maior: vale a pena sair do consultório próprio tradicional?

No consultório próprio, você assume um aluguel comercial de longo prazo, reforma, contratação de recepção e equipe de limpeza, manutenção de equipamentos e, geralmente, um contrato de vários anos. É um investimento que só se paga com uma agenda já consolidada, e que te prende a um único endereço.

No consultório compartilhado, essa estrutura já vem pronta e é dividida entre os profissionais que usam o espaço. Isso inclui uma área de recepção em cada unidade, onde o paciente faz check-in e aguarda até você (ou sua equipe, se tiver uma) recebê-lo e levá-lo até a sala.

Você entra em um modelo mais leve, sem abrir mão da qualidade do atendimento nem da experiência do paciente. É por isso que esse modelo costuma ser o passo natural para quem está migrando do hospital ou de um vínculo CLT para o atendimento particular, e também para quem já tem consultório próprio, mas quer expandir para outra região sem duplicar os custos fixos.

A diferença central não está na qualidade do atendimento, que pode ser igual nos dois modelos, e sim em quem carrega o peso da estrutura. No consultório próprio, esse peso é só seu. No compartilhado, ele é dividido, e você paga só pela parte que usa.

Quanto custa um consultório compartilhado?

O valor varia conforme o modelo escolhido (aluguel por período fixo ou pay-per-use) e a unidade. Na Livance, a mensalidade parte de R$189, mais os minutos agendados e efetivamente utilizados, com coworking ilimitado nas áreas comuns e estacionamento incluso. Para simular o custo real de acordo com sua especialidade e volume de consultas, use a calculadora de retorno financeiro da Livance ou confira os planos da Livance.

Com o mesmo plano, você também acessa mais de uma unidade. Hoje a Livance está presente em 20 endereços entre São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Santo André, Santos e Alphaville, então dá para atender perto de casa num dia e perto de outro grupo de pacientes no outro, sem contratar espaços separados.

Seja pelo aluguel por período ou pelo pay-per-use, os dois modelos existem para tirar de você o peso de manter uma estrutura própria, deixando mais tempo para cuidar dos seus pacientes.

Perguntas frequentes

No aluguel por período, você paga um valor fixo mensal por um horário reservado, mesmo que não use a sala inteira. No pay-per-use, você paga só pelos minutos que efetivamente atende, sem reserva fixa de horário.

Sim. A Resolução CFM nº 2.056/2013 estabelece os critérios mínimos de infraestrutura e funcionamento para consultórios médicos, incluindo o uso compartilhado de espaço, desde que respeitados os requisitos de estrutura e o sigilo do paciente previsto no Código de Ética Médica.

Depende de como você prefere que o custo se comporte. O aluguel por período costuma ter um custo por consulta menor quando a agenda é sempre cheia no mesmo bloco de horário; o pay-per-use acompanha exatamente o volume atendido, seja ele estável ou variável, sem pagar por horário ocioso. Funciona bem em qualquer estágio da carreira.

O modelo atende profissionais de diferentes especialidades médicas, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais de saúde. Na Livance, por exemplo, existem salas multidisciplinares (Multi), salas específicas para ginecologia e obstetrícia (GO), para psicologia (Psico) e para teleconsulta, além de salas flex (com a possibilidade de atendimento com e sem mesa) nas unidades mais novas.

Depende da especialidade e do tipo de sala reservada. A estrutura básica (mobiliário, internet, área de recepção) já vem pronta, e salas especializadas, como a GO, já são pensadas para atender às necessidades da especialidade. Para equipamentos muito específicos da sua prática, vale confirmar direto com a unidade antes de agendar.

Em modelos como o da Livance, sim. Você pode agendar horários em diferentes unidades dentro da mesma cidade, o que ajuda a ampliar sua área de atendimento sem precisar contratar espaços separados.

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Foto do coworking da unidade Vila Madalena

Visite uma unidade Livance

Veja de perto a estrutura completa: conheça nossas salas de alto padrão prontas para você.

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